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Na busca pelo corpo perfeito ou por caber naquela roupa, muita gente tenta os mais variados regimes e métodos de emagrecimento. Uns procuram a ajuda de profissionais e outros preferem fazer por conta própria, experimentado as “receitas milagrosas” ou seguem a rotina das blogueiras fitness do momento. O regime da moda, agora, é o jejum intermitente. Muita gente indo no embalo de famosas como Sabrina Sato e Débora Secco, que o adotaram.

Intermitente indica um padrão alimentar em que são estabelecidos intervalos, nos quais se alternam períodos de alimentação regular e jejum. Pode ser feito com restrição da ingesta de calorias ou pelo não consumo total de alimentos por um determinado tempo, geralmente de 12 a 16 horas”, explica a nutricionista Bruna Fedrigo, do Ivot Londrina.

Ela conta que o jejum intermitente é um dos protocolos mais seguidos e estudados atualmente. É um tipo de restrição dietética com redução do consumo energético e manutenção da qualidade nutricional (distribuição de macronutrientes – proteínas, carboidratos e gorduras). “O protocolo consiste na prática do jejum em dias alternados ou em um período específico do dia. Não está focado no que comer e sim em qual momento fazer. Há variações na forma como se pratica. O modelo mais adequado ao perfil, organismo e hábitos de cada pessoa deverá ser definido juntamente com um nutricionista”, explica Bruna.

Ela lembra que já há estudos que têm comprovado os benefícios do jejum intermitente tanto à saúde física, quanto à mental. “Para citar alguns, temos redução de gordura abdominal e mudanças nos níveis de hormônios que contribuem com a perda de peso, sono de melhor qualidade, menor variação de humor, manutenção da glicemia, regulação da produção hormonal, redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e neurodegenerativas e também prevenir o câncer”, enumerou. “Também pode contribuir para redução do risco de doenças crônicas, principalmente as ligadas ao sobrepeso e sedentarismo, tais como diabete tipo 2 e obesidade, e também as ligadas ao intestino (doença de crohn, celíacos e síndrome do intestino irritável). O jejum atua no sistema metabólico e na produção hormonal. Contribuindo com o bom funcionamento do organismo”, completou.

Seja qual for a motivação para começar a praticar jejum, é imprescindível o acompanhamento de um nutricionista para avaliar se essa é mesmo a melhor estratégia para o seu objetivo e qual o melhor protocolo a ser seguido com segurança.

 

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